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Transformadores

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Postado:

Fonte:

05/08/22

Somos Diversidade

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Graduado em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo e atualmente sou graduando em licenciatura e bacharelado em Filosofia, atuo como pedagogo do Programa Transcidadania no Centro de Cidadania LGBTI Laura Vermont e sou palestrante, pesquisador em temáticas de gênero/sexualidade e transmasculinidades. Iniciei minha trajetória profissional aos 15 anos ministrando aulas de espanhol e informática em organizações não governamentais com público diverso. Com o passar do tempo, atuei em escolas de ensino profissionalizante como instrutor de informática, administração, inglês e espanhol, lecionei aulas particulares e para grupos em empresas e em projetos sociais como Escola da Família e English For All. Quais as maiores conquistas e os maiores desafios em sua vida/carreira? Minha maior conquista foi conseguir atuar num Centro de Cidadania LGBTI nas áreas de comunicação/eventos, captação de recursos e pedagógica. Agora, com relação ao maior desafio é de ser respeitado como profissional e não ser visto como o ponto de referência acerca das transexualidades. Pois, almejo que as empresas, escolas e universidades compreendam que consigo abordar outras temáticas pelo fato de ser um profissional experiente nas áreas de comunicação e educação e além disso, estou me preparando para utilizar a epistemologia filosófica nesta interlocução de saberes. Ser uma pessoa trans foi dificultador ou não teve importância nesta sua trajetória? Ser um homem trans gay que reivindica uma identidade de gênero e orientação sexual distinta da cisheteronormatividade dificulta qualquer tipo de interação social. Mas, sinto que expôr estas dificuldades promove uma espécie de conscientização das pessoas cisgêneros e, dessa forma, contribuo para visibilidade e acessibilidade de homens trans e transmasculines nos diversos meios sociais e, dentre eles, o mercado de trabalho. Para as pessoas e profissionais trans, que recado você deixaria? Mesmo com todas as adversidades estudem, se empoderem e se engajem e, assim terem repertório intelectual para ocuparem os espaços sendo protagonistas de suas narrativas e não os antagonistas. Para a sociedade, qual recado você deixaria? Compreendam que orientação sexual e identidade de gênero não são fatores determinantes para se determinar caráter de alguém e também que travestis, mulheres transexuais e homens trans são cidadãos e cidadãs como quaisquer outros e portanto, merecem ter assegurado o direito a uma educação, saúde e um trabalho digno. INSTAGRAM FACEBOOK



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