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Transformadores

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Postado:

Fonte:

05/08/22

Somos Diversidade

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Graduada em História e Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso. Professora no ensino profissionalizante e palestrante (gestão de pessoas, etiqueta empresarial e profissional, boas maneiras e questões de gênero) . Entrei para o mercado de trabalho em 2010, após um grande terremoto em minha vida pessoal. Embora formada em minha segunda graduação (jornalismo) desde 2008, nunca havia trabalhado anteriormente. Comecei como professora contratada no SENAC/MT, trabalhando na área de gestão de pessoas com menores aprendizes. Em 2011, passei em primeiro lugar no seletivo da instituição e passei a fazer parte do quadro de professores. Permaneci no SENAC até 2015, quando recebi novos desafios. Em 2015 e 2016 fui coordenadora dos cursos profissionalizantes do IFEP/MT (Instituto de Formação Especial e Profissional). Dessa vez, trabalhando gestão de pessoas e cursos profissionalizantes com adultos. Em 2017, aceitei a proposta de capacitar os colaboradores do Hotel Selva Pakaas Lodge em Rondônia. Tenho renovado a experiência praticamente uma vez por ano. Atualmente, estou como professora contratada de outra instituição do Sistema S. Quando decidi iniciar minha transição em 1995, eu decidi também que me prepararia para o que estava por vir… Decidi que as pessoas poderiam falar o que quisessem a meu respeito. Mas, jamais poderiam dizer que eu era burra, vulgar ou inadequada para viver em sociedade. Então, continuei com meus estudos. Li muito. Procurei novos horizontes e fontes de conhecimento. Acredito que tenho conseguido manter com sucesso minha decisão. Também decidi que não importaria o que as pessoas fizessem comigo, eu não me tornaria amarga e revoltada. Meu desafio diário tem sido: transformar tudo o que não é bom, em afeto e compaixão. Não é nada fácil…. Quais as maiores conquistas e os maiores desafios em sua vida/carreira? Minha maior conquista, certamente é o respeito e carinho de meus alunos por mim. Nunca vivenciei nenhuma situação de discriminação e desrespeito por parte deles. Ser uma pessoa trans foi dificultador ou não teve importância nesta sua trajetória? No meu caso particular, nunca tive dificuldade alguma em minha vida profissional por ser uma mulher trans. Para as pessoas e profissionais trans, que recado você deixaria? O que eu sempre digo aos meus alunos: nós precisamos urgentemente aprender, e usar, todas as ferramentas de sobrevivência em sociedade. Para mim, são: altivez, postura, boas maneiras, educação, bom senso, resiliência, senso de adaptação e respeito. Para a sociedade, qual recado você deixaria? Que não nos julgue, sem antes nos conhecer. Somos diferentes, mas não somos piores ou melhores que ninguém. Precisamos, de mãos dadas, construir uma sociedade mais solidária, justa e fraterna. INSTAGRAM https://www.olharconceito.com.br/noticias/exibir.asp?id=17643¬icia=mulher-trans-monarquista-e-de-direita-conheca-a-cuiabana-seguida-por-membros-da-realeza



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