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Transformadores

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Fonte:

05/08/22

Somos Diversidade

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Jornalista e Radialista, Gyselly Auzier tem 26 anos e nasceu em Manaus, Amazonas. É formada em Rádio, TV e Internet pelo Centro Universitário do Norte (UNINORTE) e técnica em Radialismo (Apresentação de programas de televisão) pelo SENAC São Paulo. Antes de sua transição de gênero, foi contemplada, junto a outros 99 universitários, com uma bolsa de estudos do programa de mobilidade internacional Fórmula Santander. Durante um semestre de 2012, Gyselly fez intercâmbio no México (país escolhido por ela) onde estudou ‘Ciências de la comunicacíon’ na Universidad Del Valle de México (UVM). Em seu retorno ao país, foi contratada como assistente de Comunicação da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP/AM), onde permaneceu até fevereiro de 2015. Após essa experiência, foi produtora de pautas de um programa jornalístico da TV A Crítica, emissora local. Em dezembro de 2016, decidiu vir a São Paulo para iniciar sua transição e terapia hormonal. A partir disso, passou a trabalhar como freelancer, sendo assessora de imprensa e social media. Prestou serviço pra diversas casas noturnas de Manaus e eventos locais, sempre ajudando a divulgar artistas e bandas da região. Em Julho de 2018, já com seus documentos devidamente retificados e mais segura com sua aparência física, resolveu voltar ao mercado de trabalho, agora como Gyselly. Primeiramente, integrou a equipe de Web da campanha “Haddad Presidente” do Partido dos Trabalhadores (PT). Após esse período, ingressou no mercado da Publicidade, passando por agências como Artplan, Mutato e Ogilvy, onde permanece até o momento. Atualmente atua como Community Manager da marca Nestlé, atendendo contas como Receitas Nestlé, Leite Moça, Maggi, Nestlé Professional e Creme de Leite Nestlé. Quais as maiores conquistas e os maiores desafios em sua vida/carreira? A maior conquista é poder estar num ambiente que não existia pessoas trans e que aos poucos estão abrindo portas para essa população. Os maiores desafios são provar minha capacidade, minha vontade de aprender e minha competência, para que não pensem que só estou lá, ocupando essa vaga, por ser uma mulher trans e estar preenchendo uma “cota”. Ser uma pessoa trans foi dificultador ou não teve importância nesta sua trajetória? Por incrível que pareça, as oportunidades que recebi, após a minha transição, eram destinadas a pessoas Trans. Então, não tive grande dificuldade para ingressar no mercado de trabalho como Gyselly, como imaginava que teria. Talvez o fato de já estar formada e ter experiência prévia na área (de antes da transição) possa ter ajudado. Para as pessoas e profissionais trans, que recado você deixaria? Que tenhamos empatia e possamos usar o nosso cargo (seja em qual nível for) para ajudar outras pessoas Trans a ingressarem no mercado de trabalho formal. Para a sociedade, qual recado você deixaria? Que cada vez mais, haja mudança na sociedade, que as mentes se abram pra nos acolher e que tenha mais aceitação, igualdade e respeito entre todos! INSTAGRAM FACEBOOK MEU CANAL NO YOUTUBE



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