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Transformadores

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Post 77

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Postado:

Fonte:

05/08/22

Somos Diversidade

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Fiz música e jornalismo, não me formei em nada. Sou jornalista, ilustradora: faço desenhos de humor. Comecei a publicar em 72, na (extinta) revista Banas. Depois publiquei na Placar, no Pasquim, em quase tudo o que tinha de imprensa em SP; fundei a Oboré, agência de comunicação para sindicatos de trabalhadores. Atualmente publico na Folha de S. Paulo. Fiz roteiros pra TV Pirata, TV Colosso, Sai de Baixo (tudo na TV Globo). Tive um programa de entrevistas no Canal Brasil. Quais as maiores conquistas e os maiores desafios em sua vida/carreira? Difícil dizer. Eu meio que vou percorrendo essa tal de vida/carreira seguindo um projeto mais ou menos aleatório. Vou fazendo coisas e trabalhos que me interessam. Talvez o maior desafio seja este que estou encarando agora: o de concluir uma história enorme (para os meus padrões). Ser uma pessoa trans foi dificultador ou não teve importância nesta sua trajetória? Foi facilitador. Pra mim, ter passado a viver a transgeneridade (mesmo que “tardiamente”) foi revolucionário do ponto de vista pessoal e muito proveitoso do ponto de vista profissional. Meu trabalho se enriqueceu e se ampliou de muitas formas. Para as pessoas e profissionais trans, que recado você deixaria? Não sei. Ser trans, se entender como trans, viver a transgeneridade, são coisas que podem se dar de tantas maneiras que é difícil pensar num recado tão múltiplo. Acho meio evidente a necessidade de que pensemos na questão trans como uma parte da nossa luta por direitos civis, nós, povo brasileiro. Para a sociedade, qual recado você deixaria? O mesmo que disse acima…. SITE INSTAGRAM TWITTER



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