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Transformadores

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Postado:

Fonte:

05/08/22

Somos Diversidade

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Sou assistente social, cantora, atriz , ativista e criadora da Bancada ARTEVISTA.  Engajada politicamente, Renata Peron foi presidenta da associação CAIS (Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais), além de estar envolvida em várias lutas, como as quatro primeiras edições da “Caminhada Pela Paz” realizadas na cidade de São Paulo de 2016 a 2019 com objetivo de promover visibilidade aos direitos da população trans Filiou-se ao podemos em 2020 e candidata vereadora por São Paulo nas eleições de 2020. Além de conquistar um posto de trabalho digno, ainda que raro para a maioria das pessoas trans, como recepcionista da SP Escola de Teatro, depois como Assiste Social no Centro de cidadania Luana Barbosa dos Reis, também foi em São Paulo que Renata se descobriu artista e chegou a agravar um CD e DVD em homenagem ao cantor Noel Rosa, além de outros três álbuns independentes. Como atriz, além de espetáculos, integrou o elenco da série “Rotas do Ódio”, exibida em março de 2018 e 2020 pelo canal Universal. Quais as maiores conquistas e os maiores desafios em sua vida/carreira? Em 2007, Renata foi brutalmente atacada por nove homens skinheads após sair de um salão de beleza na Praça da República, região central de São Paulo, em mais um crime motivado por transfobia, o que resultou na perda de um de seus rins. O acontecimento fez com que ela se engajasse ainda mais pelos direitos LGBTQ+, criando assim, em 2015, a CAIS. Ser uma pessoa trans foi dificultador ou não teve importância nesta sua trajetória? Ainda na infância, em João Pessoa, Renata enfrentou o preconceito e bullying na escola, onde foi vítima de pedradas. Sua mãe sofria de depressão e cometeu suicídio quando Renata tinha sete anos. Então Peron foi morar na casa de um de seus 13 irmãos, mas acabou sendo abandonada por ele dias depois. Em busca de um recomeço e oportunidades que não emperrassem em sua identidade de gênero, mudou-se para São Paulo em 2004. Foi na capital paulista que batalhou para ser vista como um ser humano como os demais e começou sua luta contra a marginalização das pessoas trans. Para as pessoas e profissionais trans, que recado você deixaria? Não desistam, temos que ser fortes e mostrar para quem duvida, a nossa capacidade de fazer com amor e perfeição o que amamos. “Usa as tuas falhas, usa os teus defeitos, e serás uma estrela.” – Edith Piaf Para a sociedade, qual recado você deixaria? Eu sei que o mundo está rápido demais, tenha calma e não se assuste . É importante que o ser Respeitem, amem e sejam felizes. O ódio e o rancor não te levará a nenhum lugar. INSTAGRAM SITE PESSOAL YOUTUBE



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